Explosiones golpean una región cercana al aeropuerto de Beirut
¿Qué pasó
El objetivo del ataque israelí sería un posible nuevo líder de Hezbolá. El periodista Barak Ravid, del sitio web Axios, afirmó en X (antes Twitter) que dos fuentes israelíes confirmaron que el objetivo del nuevo ataque en Beirut sería Hashem Safieddine, el probable sucesor del jefe del grupo extremista, Hassan Nasrallah, quien murió en un ataque israelí la semana pasada. Los ataques de hoy sonaron similares a las explosiones que mataron a Nasrallah, según informes de personas de la región.
Fuego y mucho humo. Imágenes de Reuters mostraron una enorme bola de fuego seguida de una gran columna de humo que se elevaba sobre los suburbios del sur de Beirut. El nuevo ataque se produce después de que el ejército israelí emitiera una alerta de evacuación para los residentes de varios edificios específicos en el suburbio de Bourj el Barajneh, la capital del sur del Líbano.
Exército de Israel atacou ao menos 11 vezes. Uma fonte próxima do Hezbollah afirmou que Israel conduziu 11 ataques sucessivos no reduto do grupo xiita no sul de Beirute. Correspondentes da AFP na capital ouviram os estrondos. "Israel atacou os subúrbios do sul 11 vezes consecutivas", disse a fonte sob condição de anonimato. O bombardeio foi tão intenso que os alarmes dos carros dispararam e os edifícios tremeram em Beirute e arredores.
Ataques ocorrem um dia antes do início da retirada brasileiros do Líbano
Primeiro voo está previsto pousar em Beirute nesta sexta-feira (4), por volta das 16h no horário local (10h em Brasília). Aeronave está em Lisboa e já recebeu autorização para pousar no Líbano. Expectativa é de que voo com 220 pessoas chegue ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no sábado (5). Detalhes da operação de repatriação foram divulgados nesta quinta-feira (3) em coletiva de imprensa no Palácio Itamaraty.
A aeronave ficará em Beirute por cerca de quatro horas. De lá, voltará para Lisboa e, em seguida, partirá para São Paulo.
Mauro Vieira afirmou que a garantia de segurança no pouso e decolagem será dada por autoridades locais. "O que eu queria dizer é que as garantias serão dadas pelas autoridades legais. Se houver algum episódio que não permita a aterrisagem, claro que será adiado. Isso será resultado dos constantes encontros, reuniões e consultas com autoridades", afirmou o ministro das Relações Exteriores.
Capacidade operacional é de trazer 500 brasileiros por semana. Com isso, repatriação dos interessados em deixar o Líbano levará cerca de seis semanas. As informações são do comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno. "Temos um número mágico de em torno de 500 pessoas por semana, um fluxo que conseguimos manter", declarou. Segundo Damasceno, só pousaram no Líbano quatro países. "Hoje pousariam mais dois. Seríamos o sétimo país a pousar lá. A expectativa é 500 pessoas por semana, é o que conseguimos segurar bem".
